quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Uma das maiores lições que aprendi

Qual a legenda: "Voltei!"? "Liberdade!"? Escolha!


Olá!! Depois de um tempão sem postar nada, eis que estou de volta! Mas antes de começar a escrever sobre o tema da postagem, gostaria de deixar claro: Não pretendo abandonar esse blog! Sei que andei sumida uma década (rsrs), quando eu tinha prometido que as postagens seriam mais frequentes, mas vacilei. Sim, eu vacilei e estou aqui me redimindo agora.
Esse blog faz parte da minha vida! Simplesmente ele acompanha minha vida há sete anos!! Sem contar que ele acompanha a parte da minha vida que considero mais crucial, não por ser a mais recente, mas sim porque foi onde tive mais transformações e aprendizados.
Afinal de contas, há dez anos atrás eu me converti verdadeiramente a Cristo - porque antes eu só era uma frequentadora de igreja - há nove anos atrás eu me batizei. Foi o período em que entrei e saí da faculdade. Período de novas descobertas e novidades. Alegrias com novas amizades, decepções com outras e até mesmo desilusões amorosas para variar rs. Muita coisa eu postei aqui, mesmo que não esteja muito óbvio.
O mais engraçado é que se eu voltar para as postagens, vou ver como minha escrita mudou, como eu amadureci e sinto mais liberdade para escrever aqui. Bem, mas vou parar com as observações, porque afinal de contas, depois de quatro parágrafos, parece que tô te enrolando para não ir direto ao ponto.... kkkkk Mas a verdade que até isso aí em cima tem a ver com o post de hoje (não foi proposital).
Quer saber qual foi uma das maiores lições que aprendi? Não se preocupe demais com a opinião dos outros. Sério. É isso mesmo. E vou explicar o porquê.
Quando a gente tá na adolescência, há uma necessidade muito grande de ser aceito - em geral, pois há exceções. Você procura ser o mais popular, o mais bonito, o mais inteligente e se for uma mistura disso tudo você se sente o máximo.
Eu me preocupava muito com a opinião dos outros. Era excessivo. Quando passei da adolescência para a juventude, aí foi pior. Eu tinha necessidade de ser aceita. E, para isso, eu fazia um bocado de coisas. Até mesmo ser quem não sou, criar um personagem que, confesso, não saiu como eu planejava, mas me fez ficar em evidência em algum momento.
O momento é que buscar a aprovação dos outros cansa. E o pior é quando ela não vem. Aí bate rejeição e pode até surgir uma depressão em casos mais graves. Você tem a necessidade de participar de todos os eventos para galera não esquecer você. Tem que mandar e-mails, tem que ser "amiguinho de todo mundo", tem que ser a boazinha em tudo. Pra quê?
Nesse processo, descobri - um pouco tardiamente - que você não vai ser amiga de todo mundo - graças a Deus. Descobri também que há pessoas muito especiais e amigos de perto que você deve segurar com força. Há gente que nunca vai ser amigo, mesmo que você queira - depois você até dá graças a Deus porque iria ser um estorvo tão grande.
Descobre também que você deve fazer sua vida. Sei que a frase parece absurda, mas entenda: você precisa de um tempo para si, para se cuidar, para fazer suas coisas. Divertir-se lendo um livro, ouvindo uma música, escrevendo no seu blog... (ironia mode on). O lance é que você precisa se amar e gostar da sua companhia. Gostar de você mesmo. Sério. E cuidar da sua família também, porque quem não trata bem os da sua própria casa está em maus lençóis. Sugestão de leitura: Quando as pessoas são grandes e Deus é pequeno, de Edward T. Welch. Vale a pena!
Bem, fico por aqui, mas gostaria de fazer um adendo: aconteceu uma coisa bizarra no blog. Foi o seguinte: sem querer, sincronizei as fotos do celular com o Google. As fotos caíram no Google +, aí apaguei, mas acabei apagando, sem querer, as fotos desse blog. Quase chorei quando vi a besteira que fiz. Por isso, não estranha a falta de imagens, especialmente a do topo da tela logo na página inicial - tô doida atrás dessa imagem linda enviada pela minha amiga Karlinha logo no início desse blog.
Espero continuar postando nesse blog. Pretendo atualizá-lo, pelo menos, a cada duas semanas. Caso eu não faça isso, puxe minha orelha. Sério. Eu tô quase não me perdoando.



6 comentários:

Anônimo disse...

hum... não sabia do blogger.. bom texto viu :)

Lidiane Ferreira disse...

Oi anônimo! Obrigada pelo elogio! Só faltou se identificar... rsrs Abraço!

Flavinha disse...

Lidi, minha amiga ameiiii o seu texto e esta perdoada :D

Ah! a sugestão do livro vou adquiri :D

Bjs e que Deus te abençoe!!!

Lidiane Ferreira disse...

Oiii Flavinha! Obrigada pelo comentário e pelo apoio. Beijos e Deus te abençoe também! ;)

Uilon Mauro disse...

Muito Lindo lidi que Deus continue te abençoando para abençoar vida através desse blog

Lidiane Ferreira disse...

Obrigada, Uilon! Isso me motiva ainda mais a retomar o blog. Abraços!!